La Dueña: Quando um amigo se vai...


Pasmados. Atordoados. Sem palavras. Assim começamos o capítulo e duplicamos cada sensação ao extremo ao terminá-lo. Terrível. Conhecemos o plano sinistro de Juan Lacroix. Inteirinho, um plano macabro que arrepiou nossos pêlos e a tensão a 100.

Isso de “o primeiro é a familia” para Juan, ao que já podemos considerar o demônio mesmo em pessoa, não tem nenhum goyete. A familia para ele não é mais que um obstáculo a ser exterminaado. E, pelo que nos enteramos no último capítulo, o homem vem com boa pontaria.

Mas o pior chegou quase no final. Não, não foi precisamente um final feliz. Tudo ao contrário. Apareceu em cena Martín Braun, este personagem chave que ainda nos perguntávamos de que lado está.
Resultou que Martín é dos nossos, depois de tudo o que passamos nesta história começamos a nos dar conta que Martín é do melhorzinho da banda. Mas que pouco nos durou! O vilão mais mau o trai da pior maneira. Nos indignamos.

“Não, não e não” dizemos à televisão. Ufa re ufa. Estas coisas não podem acontecer. Quando começamos a entender de que vai a coisa, ficamos definitivamente de um lado, vemos a luz no túnel. Não vale que seja um trem de frente. Não vale!

Mas antes de chorar pela injustiça e esperar com ansiedade o próximo capítulo, tuitamos. Nos descarregamos da melhor maneira 2.0 para que o ciber mundo (e mais além) compartilhe nossa pena.



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